terça-feira, 6 de agosto de 2013

O castelo do medo.

Andar pelo município de Biguaçu se tornou motivo de pânico e desespero por parte de seus munícipes. Porém esse não é decorrente de nenhuma onda de assaltos, assassinatos ou desastres naturais. E sim devido aos vários boatos ou verdades, que assombram a administração pública e os que dela dependem direta ou indiretamente.
Diante de fatos como, demissão em massa dos cargos comissionados de menor salário, centros educacionais sem auxiliares de sala, possibilidade de encerrar o ano letivo dos CEIM no fim de novembro com boatos de só retornar em março, destituição de agentes de saúde, hospital sem previsão de inauguração, não mobilização em relação ao comunicado da defesa civil de frio intenso, sobra de gente em alguns setores e falta de pessoal em serviços essenciais... A população questiona, fica com medo e em dúvida diante dos fatos apresentados nos dois jornais de maior circulação na cidade, pois um é só elogios e o outro só críticas. Mas o que realmente acontece?
Até quando a população de Biguaçu ficará sem resposta? Quando nossos gestores explicarão? Quando irão parar de mascarar os verdadeiros motivos e problemas que a administração encontra?
Perante essas perguntas que ecoam no vazio das redes sociais e na boca do povo fica uma certeza, o MEDO. Medo por partes dos funcionários públicos que se olham numa angustia perguntando se terão salários. Medo dos cargos comissionados que diante de promessas políticas perdem com as demissões repentinas o sustento de algumas famílias, afinal os altos cargos continuam. Medo das pessoas que esperam por atendimento de saúde ao verem belas construções vazias. Medo dos pequenos comerciantes e demais pequenos empresários da região que tem a venda e o mantimento de suas instituições através dos gastos em seus estabelecimentos dessas pessoas que dependem diretamente da prefeitura. Medo da população em geral que acreditou em um “Castelo de esperanças” o qual desmorona-se sem nem se quer apresentar a essa mesma população o que ocorre.

Será que seremos dentre outros fatos históricos a primeira prefeitura da grande Florianópolis a decretar falência?
Medoooooo....


Fabiana Cardoso e Murilo Azevedo.
Bora mudar...

Bom depois de um tempo sem escrever textos da minha loucura santa de cada dia...dou um novo rumo a esse Blog...e que sejam bons ares os que sopram nossas velas a novos mares...

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Se antes a esse refugio de minha alma perdida não recorri, foi por achar que nada mais poderia me trazer motivos, vontades, quereres...Hoje na melodia de uma "manhã de abril" veio a minha mente tantas coisas, sentimentos...Sou pássaro criado em gaiola, impedido de voar, porém com alma livre.
Alma livre o suficiente para fechar os olhos e viajar nas ondas de melodia de minhas vontades e desejos.

Não mais aqui estou, não entre grades, mas entre sonhos e vontades, entre ilusão e realidade...e nesse explodir de emoções, nesse acordar de desejos sinto com todas as forças que um dia o amor livre será o soberano sentimento a reinar.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Vai passar...

Ainda arrancarei de minha alma esse sentimento que aos poucos me mata
Um dia isso será só lembrança de um tempo em que vivi, sonhei e esperei.
E nada me fará voltar a atrás...
Um dia escutarei seu nome e não reconhecerei...
Um dia falarão de você e eu não me importarei...
Um dia verei você, te olharei nos olhos e nada mais sentirei...
E quando esse dia chegar em paz poderei ficar.

 

sexta-feira, 4 de março de 2011

Salles, 2006

"Não é pra sempre

Nem a espera angustiante.
Menos ainda o gosto de nada...
Não é pra sempre
O vôo sobre a certeza.
Nem a roupagem da ilusão...
Nada é permanente...
Nem o sorriso largo que promete
Nem o lamento frio da dúvida
Nem as portas escancaradas convidando
Menos ainda a descrença do cerne...
Não é pra sempre
A dor renitente rasgando a alma
Nem mesmo o calor do colo que abriga
Porém sigo...
Registrando desenhos no vento
Pernoitando no calor do peito
Abarcando sonhos...
Que invadem meus dias."